quinta-feira, 10 de maio de 2012
busca-se o que se encontra
Ontem, li uma passagem bíblica em Jo 6, 22-29 e me detive no versículos últimos que diziam: "O que é que devemos fazer para realizar as obras de Deus?" "A obra de Deus é que vocês acreditem naquele que ele enviou". O Genius, de Agambem.
Eu não sou boa intérprete deste livro. Não sou nem de outros livros. O que faço são tentativas que, às vezes, me ajudam a compreender a mensagem lida.
Quando se lê a Bíblia, abre-se-la e lê-se-a de forma aleatória. A identificação vai depender da busca, mas também do objetivo da consulta. Estou querendo dizer que a identificação é espiritual, quando se consulta a Bíblia dessa forma, o que encontrar provavelmente terá relação com a pergunta que estava no seu estado de busca.
Então, quando decidi ler o capítulo 6 de João, de identifiquei com os versículos 28 e 29 porque estou buscando pelo sentido da minha existência. É claro que é natural se perguntar "por que vim ao mundo?", "por que ainda permaneço nele?". Acredito que esta pergunta não é tão natural assim, não deveria ser natural esta pergunta para pessoas que tem marido e filhos e a família por perto.
Por essa razão me perguntei ontem por que ainda permaneço neste mundo se não tenho a quem me dedicar, pois todos estão longe de mim espacialmente e não participo de suas vidas assim como desejava. Encontrei, talvez tenha encontrado a resposta na mensagem de João que diz ser minha obra acreditar naquele que me é enviado. Ou seja, acreditar no que me é enviado de dentro, das sensações, pessoas, músicas, cheiros, toques, cores etc trazem mensagens para minha vida. Eu também sou enviada e isso me obriga a ser mensageira.
Um pensamento bastante positivo, não acham?
Mas não é bem isso que acontece, me sinto frágil, apesar da aparência forte. me acho feia, apesar da aparência bela, me acho chata, a pesar da simpatia, me sinto velha, a pesar da jovialidade, me sinto burra a pesar da inteligência, entre uma outra série de contradições.
Então pensar no Genius, para mim, é tomar atitudes fortes, como uma missionária da vida, me proponho a fazer. Não tenho pudores, mas sei me posicionar.
Eu não sou boa intérprete deste livro. Não sou nem de outros livros. O que faço são tentativas que, às vezes, me ajudam a compreender a mensagem lida.
Quando se lê a Bíblia, abre-se-la e lê-se-a de forma aleatória. A identificação vai depender da busca, mas também do objetivo da consulta. Estou querendo dizer que a identificação é espiritual, quando se consulta a Bíblia dessa forma, o que encontrar provavelmente terá relação com a pergunta que estava no seu estado de busca.
Então, quando decidi ler o capítulo 6 de João, de identifiquei com os versículos 28 e 29 porque estou buscando pelo sentido da minha existência. É claro que é natural se perguntar "por que vim ao mundo?", "por que ainda permaneço nele?". Acredito que esta pergunta não é tão natural assim, não deveria ser natural esta pergunta para pessoas que tem marido e filhos e a família por perto.
Por essa razão me perguntei ontem por que ainda permaneço neste mundo se não tenho a quem me dedicar, pois todos estão longe de mim espacialmente e não participo de suas vidas assim como desejava. Encontrei, talvez tenha encontrado a resposta na mensagem de João que diz ser minha obra acreditar naquele que me é enviado. Ou seja, acreditar no que me é enviado de dentro, das sensações, pessoas, músicas, cheiros, toques, cores etc trazem mensagens para minha vida. Eu também sou enviada e isso me obriga a ser mensageira.
Um pensamento bastante positivo, não acham?
Mas não é bem isso que acontece, me sinto frágil, apesar da aparência forte. me acho feia, apesar da aparência bela, me acho chata, a pesar da simpatia, me sinto velha, a pesar da jovialidade, me sinto burra a pesar da inteligência, entre uma outra série de contradições.
Então pensar no Genius, para mim, é tomar atitudes fortes, como uma missionária da vida, me proponho a fazer. Não tenho pudores, mas sei me posicionar.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Estou pensando em uma forma... num jeito... numa maneira
que faça ser diferente. Eu faço isso o tempo todo.
(No nível em q estou já consigo prever até se está pedagogicamente correto, ou seja, penso sobre nas salas de aula em que trabalho.
Até ai tudo bem, parece sensato e inteligente. Entretanto, pensando melhor, minha atitude está sendo muito simples, quase que infantil. Tenho que pensar ali, mas tenho também que pensar mais adiante. Então, veja em que eu pensei.
que meus relacionamentos não saem do lugaaar!
Nâo sei o que fazer com os homens com quem me relaciono
Eles desaparecem das minhas mãos!!
preciso de um psicoterapeuta. Para curar alguma coisa que está aí. Ou alguém vai dizer que minhas atitudes não tem cura? aah deve ter alguém que cure. E que leve junto ou me leve junto. Enfim.
que faça ser diferente. Eu faço isso o tempo todo.
(No nível em q estou já consigo prever até se está pedagogicamente correto, ou seja, penso sobre nas salas de aula em que trabalho.
Até ai tudo bem, parece sensato e inteligente. Entretanto, pensando melhor, minha atitude está sendo muito simples, quase que infantil. Tenho que pensar ali, mas tenho também que pensar mais adiante. Então, veja em que eu pensei.
que meus relacionamentos não saem do lugaaar!
Nâo sei o que fazer com os homens com quem me relaciono
Eles desaparecem das minhas mãos!!
preciso de um psicoterapeuta. Para curar alguma coisa que está aí. Ou alguém vai dizer que minhas atitudes não tem cura? aah deve ter alguém que cure. E que leve junto ou me leve junto. Enfim.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
I lie my body to relax, tension to sleep away. This moment is for myself, separate from the world, apart from the world expectation, today I can face myself, I feel myself with love and light, I create my new personality, like a drawing, according to my own ideas, my own choice, my own creation, I created, I have confidence, I have pace, I think of it and experience it.
So, what did I have created?
A Goddess.
So, what did I have created?
A Goddess.
quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
passagem para o Outono
É o momento em que as energias estão desaparecendo até o reino do imanifestado, então, é tempo mais para manifestar princípios espirituais, do que pedir benefícios materiais.
No outono as folhas secam e caem, os últimos frutos são colhidos. A colheita é guardada para o inverno. O ciclo mostrou o crescimento na primavera, a exuberância no verão, e agora se encaminha para o fim. É a maturidade. O momento do crepúsculo, quando o Sol se põe e a vida diurna vai se recolhendo.
O nível humano é empurrado para relacionar-se mais com os outros, a participar e ajudar quer seja com grupo, família ou comunidade.
Indica a morte do velho e a promessa de novos começos, renascimento. É o tempo de transformação e mudança de ênfase, para outras atividades, para o crescimento interior. Para avaliar tudo o que foi plantado e colhido, e agradecer a colheita seja ela farta ou escassa, tendo consciência do aprendizado, sem pedir nada nesta ocasião.
O período de dia e de noite são iguais, é a época para colher o que semeamos na Primavera. A abundância da colheita também deve trazer o senso de preparação para o momento do frio que se aproxima, e para o ciclo de morte da natureza. Para entrarmos em introspecção, no nosso interior e de nos prepararmos para sobreviver, física e espiritualmente, durante os meses de inverno.
Para fazermos introspecção, para encontrar a sabedoria e o conhecimento, que vem com o período de maturidade.
Momento de expansão da consciência, para mudar o nível de percepção e compreender o mistério da vida e da morte além dos medos e limitações.
No momento de outono é interessante dar fim a alguma que não dá sentido à nossa vida. Sejam objetos, emoções, padrões, sociedades, pessoas, ou seja, tudo que devemos deixar morrer.
É o momento em que as energias estão desaparecendo até o reino do imanifestado, então, é tempo mais para manifestar princípios espirituais, do que pedir benefícios materiais.
quinta-feira, 15 de março de 2012
de agora em diante...
Decidi, mais uma vez, abandonar o pensamento. Recriar já não me alegra. Quero atitudes novas e novas atitudes. Quero impacto, sedução e realização. Viver solta, frouxa, atenta e permanentemente. Ser seduzida, levada, guiada e conduzida por braços seguros e fortes. Braços de quem se compromete com a vida.
30/10
depois de meses percebi que me tornei esta pessoa. eu sou exatamente como projetei.
30/10
depois de meses percebi que me tornei esta pessoa. eu sou exatamente como projetei.
to the sweet song
My sweet song
It's been a long time
and my sweet song, you don't sound so
sweet no more
Please don't sing to me
Cause it hurts me to hear the melody that was
Good to me before
Oh my sweet song, you don't sound so
sweet no more
That's all over, let it go,
You're just a song I used to know
And your fantasy, it won't work for me
Go and pick on someone else
My sweet song
Guess I'm stuck with you
And someday, I'll find the love I'm looking for
Then my sweet, sweet song won't sound so
sad no more
My sweet, sweet song, I'll guess I'll always be yours
terça-feira, 13 de março de 2012
avermelhou
Nos dias em que menstruamos, as mulheres estão com as emoções à flor da pele. Isso quer dizer que qualquer alegria vira alegria exagerada, qualquer tristeza vira tristeza exagerada. Se estás alegre, vais ficar muito mais alegre e falaras pelos cotovelos. Mas, se estás com alguma preocupação, ela fica maior e ganha mais importância. Neste caso, eu poderia dizer para ter calma e esperar este dia passar. Mas como eu gosto da ideia de que é nos momentos da sensibilidade que nos debatemos e resolvemos as principais preocupações, então eu aproveito estes momentos para ler Clarice Lispector, a liturgia, ouvir Marisa Monte e escrever. Através dessas atividades que consigo entender ou pelo menos curtir as diferentes sensações (tristeza e alegria por exemplo).
Não é o fim do mundo, é só uma queda de concentração hormonal e aumento dos estímulos. Então, eu sugiro que deixe que os estímulos te afetem e que as emoções exagerem. Só assim terás paz nestes dias "menstruosos".
Não é o fim do mundo, é só uma queda de concentração hormonal e aumento dos estímulos. Então, eu sugiro que deixe que os estímulos te afetem e que as emoções exagerem. Só assim terás paz nestes dias "menstruosos".
domingo, 4 de março de 2012
os segredos da mulher apaixonada
Ela se perde diversas horas do dia construindo fantasias e situações diversas. Inventa, cria milhares de frases. Ouve todas as músicas românticas e animadas que conhece. Corre. Dança. Canta no chuveiro. Quer cozinhar, ouvir música, falar com amigos, assistir programas e filmes interessantes (na maioria das vezes quer fazer tudo isso ao mesmo tempo). Lembra e relembra os momentos compartilhados, seus detalhes e sensações. Vê a pessoa por quem se apaixonou em todos os lugares por onde anda. E quer vê-lo mais e se encantar mais.
Ela tenta se mostrar indiferente com o sentimento, mas não consegue. A figura masculina vem e vai da mente e a visão é tão agradável que não tem porque não querer percebê-la. 'O afeto afetou' e não tem mais jeito.
Ela pensa em namorar, casar, procriar, acordar junto, dormir junto, comprar presentes, visitar a família dele, dela, em fazer tudo que gosta, mas em companhia dele. Ela pensa no encontro dele com a família, possíveis diálogos, atitudes, etc. Enfim, a imaginação feminina é avançadíssima.
Ela tem os pés no chão e sabe que existe a fantasia dela e existe a fantasia dele, e que pode ser que a fantasia dele aconteça antes ou seja mais interessante que a dela. Então ela fica insegura se deve respeitar o tempo, o tempo das fantasias. As masculinas ou as dela?
Mas para ela o tempo das fantasias tem seu tem próprio, significa que elas aos poucos, ao tempo delas vão virando real. É necessário observar a sequencia dos acontecimentos, a sequencia dos gestos, dos carinhos e das palavras na sua plenitude. Compartilhar as sensações com o homem por quem se apaixonou, vive-las e provoca-las. Então ela espera fielmente que este homem também tenha a prudência de fazer o mesmo, ou seja, queira viver tudo isso com ela.
Ela tenta se mostrar indiferente com o sentimento, mas não consegue. A figura masculina vem e vai da mente e a visão é tão agradável que não tem porque não querer percebê-la. 'O afeto afetou' e não tem mais jeito.
Ela pensa em namorar, casar, procriar, acordar junto, dormir junto, comprar presentes, visitar a família dele, dela, em fazer tudo que gosta, mas em companhia dele. Ela pensa no encontro dele com a família, possíveis diálogos, atitudes, etc. Enfim, a imaginação feminina é avançadíssima.
Ela tem os pés no chão e sabe que existe a fantasia dela e existe a fantasia dele, e que pode ser que a fantasia dele aconteça antes ou seja mais interessante que a dela. Então ela fica insegura se deve respeitar o tempo, o tempo das fantasias. As masculinas ou as dela?
Mas para ela o tempo das fantasias tem seu tem próprio, significa que elas aos poucos, ao tempo delas vão virando real. É necessário observar a sequencia dos acontecimentos, a sequencia dos gestos, dos carinhos e das palavras na sua plenitude. Compartilhar as sensações com o homem por quem se apaixonou, vive-las e provoca-las. Então ela espera fielmente que este homem também tenha a prudência de fazer o mesmo, ou seja, queira viver tudo isso com ela.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Reciprocidade
Essa sensação saudável de reciprocidade é extraordinária. Ela acontece no momento que antecede o encontro das palavras, das ações e dos pensamentos partilhados, sentidos ou demonstrados. Podem ser observadas nas diferentes fazes da vida e nos diferentes comportamentos. Quando se é muito novo é natural deixar passar pensamentos, palavras e atitudes. Escolhemos esconder -los por insegurança, pois aprendemos que não se deve dizer tudo o que se pensa, mesmo estando diante de uma grande pessoa. Mas quando se está mais velho percebe a segurança nos sentimentos, nos pensamentos e nas atitudes, o que nos leva a nos comprometermos com tudo isso. Então, começamos a nos expressar mais facilmente e logo percebemos a reciprocidade, pois se sua atitude foi plausível, não há porque se preocupar com rejeição.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
agindo sob a delicadeza
Delicadeza significa tocar nas coisas com leveza, aproximar-se cuidadosamente dos fenômenos de forma que seja possível fazer emergir o novo e a surpresa. Delicadeza é uma capacidade de quem consegue sair de si mesmo, descentralizar-se e incorporar a situação vivida pelo outro como um problema de seu próprio. O delicado funda um encantamento e, talvez, possa se prolongar no tempo para além das circunstâncias que o produziram.
A delicadeza nunca é tão somente um "revestimento", um vazio em si mesmo. Ela é sempre a forma de um conteúdo compatível. A delicadeza é um traço da cultura e sua ausência costuma assinalar, tão somente, a banalidade ou a crueldade que nos foram deixadas como herança.
Ela não consiste de modo algum em palavras grandiosas, num longo agrupamento de palavras harmoniosas, em frases muito rebuscadas; é necessário não sei quê de natural, de desenvolto, de simples, de ingénuo, de fácil, mas vivo e engenhoso.
It's Friday
he is a man who looks at the eyes while talking
he uses to play the guitar and the harmonica.
he's tall, blond with the most beautiful green eyes ever
when he smiles I can see his soul
he sings the Blues and rock me night and day long.
he uses to play the guitar and the harmonica.
he's tall, blond with the most beautiful green eyes ever
when he smiles I can see his soul
he sings the Blues and rock me night and day long.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
vídeo familial
Julia, the elder 4-year-old girl, is a composer. She's used to composing songs and rhymes. The Camaleoa's rhyme was made specially to me :)
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
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